A revista “Vanity Fair” negou-se a retirar o trecho da entrevista de Angelina Jolie na qual a actriz revelou um “jogo perturbador” no processo de selecção para o protagonista do seu novo filme no Camboja.

Depois da publicação, foi acusada de exploração infantil e abuso emocional de crianças e viu manchada a sua imagem de activista humanitária. Um advogado da artista acusou a entrevistadora de reportar “erroneamente” a audição e exigiu à empresa que suprimisse o fragmento da conversa, emitisse um pedido de desculpas e um comunicado segundo o qual os cambojanos não foram ludibriados.

À jornalista Evgenia Peretz, Angelina revelou que os directores de elenco da longa “They killed my father” colocavam dinheiro na mesa e pediam para o jovem guardar ao pensar em algo que necessitavam. Depois, fingiam pegá-las no flagra e as incentivavam a inventar uma mentira para se safar. A “Vanity Fair” revisou o aúdio da entrevista e decidiu apoiar a repórter. A publicação anunciou que vai manter o material na íntegra.

A revista ainda divulgou um novo trecho da conversa, no qual Angelina diz que não participou da selecção pessoalmente e que as crianças ouviram da equipe de casting que “eles gostariam de brincar de um jogo” com elas. “E o jogo era ‘Nós vamos colocar dinheiro na mesa’. Pense em algo que você precisa (comprar) com esse dinheiro’. Às vezes era dinheiro, às vezes era um cookie.

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