Evaristo Manico, advogado de Miguel Catraio, requereu aos juízes da 14ª Secção de Crimes Comuns do Tribunal Provincial de Luanda,  que apliquem uma pena suspensa e não de prisão maior, caso decidam condenar  o seu constituinte, com base nas provas que serão produzidas em julgamento. O causídico defendeu que o ex-vice-governador de Luanda deve responder em liberdade, mediante ao pagamento de uma caução, por não ter cometido o crime de roubo qualificado e tendo em conta que se encontra detido há cinco meses.

O pedido, surpreendeu a todos os presentes na sala de audiência e o juiz-presidente Januário Domingos José.  

Mais informações, leia a versão impressa do Jornal O PAÍS que sai  à rua na sexta-feira, 25.

 

 

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