Opinião

Farewell Michelle!

E já nesta Sexta-feira que toma posse o quadragésimo quinto presidente dos Estados Unidos da América, o para muitos infame Donald Trump. Longe vão os tempos da Guerra Fria e mesmo que hoje as influências mundiais estejam polarizadas não podemos deixar de reconhecer o papel importante que os Estados Unidos têm no resto do mundo, não estivéssemos nós a ver bolinhas por causa da sua moeda… Nas últimas semanas são

Um “trunfo” chamado Trump!

No jogo de cartas, o trunfo é a “pinta”menos esperada. Aquela que, lançada ao palco de jogos, inverte a tendência do mesmo jogo. Portanto, sempre que um trunfo é jogado, ele parece quebrar uma certa lógica ou paradigma vigente. O jogador sabe que o trunfo corta o jogo! E o que Trump e sua eleição têm a ver com isso? No jogo da real vivência, porém, triunfos são pessoas ou

Por uma história do nacionalismo angolano (conclusão)

O advento nacionalista contra o colonialismo, pela via da luta armada, editada em 1961 pelos dois primeiros movimentos propriamente assumidos como sendo de libertação de angola (FNLA E MPLA), ressoou além fronteiras tendo granjeado de uma gigantesca onda de solidariedade, particularmente junto ao amplo movimento de libertação de áfrica, do pan-africanismo, das forças progressistas do Brasil e anti-facistas portuguesas, que nos magnos areópagos da política mundial se aliaram à sociedade

Editorial: Pequenas diferenças

Nos Estados Unidos da América, Donald Trump toma hoje posse como Presidente, apesar da contestação e das suspeitas levantadas pela CIA sobre uma possível intervenção russa na campanha eleitoral, baralhando o jogo a favor do republicano. Na Gâmbia, o mandato do Presidente Yahya Jammeh expirou há dois dias e ele, mesmo sob ameaça de uma intervenção militar estrangeira para o depor, preferiu colocar o país em estado de sítio e

Trump’s day

Hoje não será, com toda a certeza, o tal dia que Deus fez. É o dia de Donald Trump, apenas! Chegamos ao dia 20 de Janeiro de 2017, uma semana para lá da primeira sexta feira 13 do novo ano. Quererá isto dizer alguma coisa, visto tudo do prisma dos homens supersticiosos? Provavelmente não. A Ciência se ri dos medos e das paranoias associadas ao 13 das sextas feiras e

Carta do leitor: Quem não tem cão caça com gato

Caríssimo Director do Jornal o Pais, o diário que compro todos os dias, bom dia e bem-estar a toda a equipa. A crise e as suas alterações estão a dar que fazer. A situação está tão difícil e simultaneamente criativa, que muito boa malta entrou no velho ditado, segundo o qual “Quem não tem cão caça com gato”. As invenções e exemplos somam-se uns aos outros: quem tomava banho com

A torcer pela falência

No Moxico, passou no rodapé da televisão, proprietários de agências funerárias queixam-se da “fraca procura”. Visto assim o título da notícia, “graças a Deus”, dizemos. Se há uma área em que é bom que haja crise de vendas é esta mesmo. Lembro-me que há uns dois anos o jornal OPAÍS publicou uma reportagem sobre a ruptura de stock’s de caixões em Luanda, simplesmente dramático. Imaginar um “cangalheiro” a queixar-se da

A candidatura de Josefa Sacko

Como é sobejamente conhecido, não somos um país com uma representatividade de quadros por aí além nos organismos regionais e multilaterais. É um défice que nos acompanha desde há muitos anos e que – vale reconhecê- lo – tem conhecido pouquíssimos esforços visíveis para a mudança do status quo. Josefa Correia Sacko é um dos raros casos de projecção “lá fora” da alma angolana. Prestigiou o país durante anos no

Carta do leitor: Luanda não é só o “Coelho”

Estimado director do nosso jornal OPAÍS, Ainda bem que existe no jornal OPAÍS uma página para os leitores escreverem sobre os seus problemas e alegrias. Eu escrevo para esta página por causa daquilo que eu e muitas outras pessoas temos passado no dia-a-dia para irmos trabalhar. Todos os dias saio da minha casa à madrugada para fugir o trânsito. Mas todos os dias apanho um ataque dos nervos. Acho que

E só nós?

Na tarde de ontem tive uma conversa com um amigo bancário que sempre me aborda quando escrevo sobre os nossos bancos. Ou porque se portam mal com os clientes, ou porque o sistema bancário está (já melhorou, dizem) uma desgraça. Ele sai sempre em defesa dos bancos… tenta atenuar, principalmente quando falo desta dor que nos apanhou em cheio que é a impossibilidade cambial. Agora saiu-se com uma que me