A pouca participação dos profissionais de comunicação nos primeiros dias do credenciamento poderá forçar a instituição responsável pelo registo a prorrogar o prazo, tal como prevêem alguns trabalhadores do cadastro.

Os primeiros dias do credenciamento de jornalistas nacionais e estrangeiros que se propõem cobrir as Eleições Gerais a 23 de Agosto do ano em curso, estão a ser marcado por uma fraca aderência. Importa realçar que o processo de inscrição decorre entre 9 e 13 deste mês. Tal como uma equipa do jornal OPAÍS constatou no Centro de Imprensa Aníbal de Melo, precisamente no princípio da tarde de ontem, a sala de conferências registava apenas a presença dos funcionários da Comissão Nacional Eleitoral (CNE).

Antes desse período, já haviam passado alguns jornalistas que efectuam o seu credenciamento, segundo declarações prestadas a OPAÍS por um funcionário que falou sob anonimato, ao ponto de não precisar o número dos já credenciados.Entretanto, outra funcionária da organização confirmou a aludida fraca aderência, tendo aventado a hipótese de se alargar o período para credenciamento da imprensa.

Pelo que se sabe, para o registo dos profissionais (indicados previamente pelos órgãos de comunicação nos quais colaboram) é requerida a apresentação de identificação pessoal, neste caso, o Bilhete de Identidade (B.I), ao passo que aos jornalistas estrangeiros está a ser exigido o passaporte e a devida carteira profissional. Ainda assim, atendendo alguns constrangimentos apresentados por profissionais da imprensa, como a falta do B.I original na hora, está a ser atenuada com a respectiva fotocópia.

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