Os secretários da CASA-CE nas províncias da Huíla e do Uíge, respectivamente Adalberto Cachiungo da Costa e Augusto Lucas Bartolomeu, anunciaram Sábado último, em Luanda, o abandono desta força política, acusando o líder Abel Chivukuvuku de estar ao serviço de uma potência estrangeira e de não ter projecto sério para Angola.

Numa conferência de imprensa, no Centro de Imprensa Anibal de Melo (CIAM), os dissidentes apontaram o dedo a Chivuvkuvuku a quem acusam de promover o tribalismo, de mentir publicamente e manipular os membros. Adalberto Cachiungo da Costa, Augusto Bartolomeu e Joveth da Silva afirmaram ter aderido a coligação provenientes da UNITA, de onde saíram por razões tribais.

O ex-secretário provincial da CASA-CE na Huíla que já chegou a disputar o cargo de secretário- geral da organização juvenil da UNITA, considerou a UNITA e a CASA-CE projectos políticos inviáveis. Adiantou que o líder da coligação, Abel Chivukuvuku, reiteradamente tem estado a manipular e a instrumentalizar as instituições da organização partidárias, inclusive o Conselho Presidencial, bem como usar os bens do partido para fins pessoais.

Informou que o presidente da CASA-CE está a criar às escondidas um partido político, para melhorar a sua posição na coligação criada em 2011, e da qual fazem parte PADDA-AP, o PALMA, PPA e PNSA. Adalberto Cachiungo disse duvidar do sentido patriótico de Abel Chivukuvuku, a quem considera ser um agente do Estado americano, ser mentiroso, nada sério, interesseiro e de não ter aliados. Já o antigo secretário da CASA- CE no Uíge, Augusto Lucas Bartolomeu, diz que Abel Chivukuvuku “é um comerciante político”, de quem esperava uma liderança “positiva”.

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