A doença afinal é muito mais grave que aquilo a que se poderia pensar à partida. Canais da SIC deixaram de constar na grelha de programas disponibilizados pela distribuidora ZAP, tal como outros o deixaram antes e como outros deixaram de fazer parte da DSTV.

Acontece que os clientes dizem que foram apanhados de surpresa e reclamam da mensalidade já paga onde se incluíam os ditos canais. Até aqui muito bem, é assunto entre operadora e seus clientes. As razões da operadora podem ser o que ela entender e as pessoas podem ou não compreender, aceitar. E podem ou não abandonar a operadora, segundo o seu juízo.

Outra coisa, diferente, é ver fazedores de opinião, alguns muito mediáticos, vir dizer que o Estado está a definir o que podemos ou não ver, comparando Angola com a Coreia do Norte (país que mal conhecemos e não sabemos se o que se diz no Ocidente é tudo verdade), falando de ditadura, etc.. Fizeram o fi m do mundo. Esqueceram-se que a SIC não foi banida de Angola, que pode ser vista noutras distribuidoras, tal como outros canais que a ZAP não oferece. É muita histeria pró ex-colono. Para alguns o desmame está difícil.

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