O presidente da CNE, André da Silva Neto, foi citado em Luanda como tendo dito que o voto nas missões diplomáticas, previstas na Lei Eleitoral, “envolve uma série de componentes materiais, humanas e financeiras, que têm de ser analisadas ao pormenor pelo plenário” do órgão que dirige antes de tomar qualquer decisão à respeito.

O especialista em processos eleitorais, Luís Jimbo, defendeu , em Luanda, a inclusão de organizações da sociedade civil, por forma a tornar o processo de registo mais participativo e capaz de acabar com as suspeições levantadas, a miúde, pelos partidos na Oposição.

Na visão do director executivo do Instituto Angolano de Sistemas Eleitorais (IASED) a fiscalização do registo deve também incluir todos os actores com responsabilidades políticas, nomeadamente, os partidos políticos, por serem os primeiros interessados para, em conjunto, poderem entender melhor o processo.

Num exclusivo a OPAÍS, à propósito da segunda fase do registo eleitoral, o director do IASED referiu que caso essa participação não for efectiva a consequência será a fraca participação dos partidos políticos e dos cidadãos em torno do registo eleitoral.

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