O compositor da banda sonora do filme “Titanic”, James Horner, morreu esta semana, na sequência de uma queda com a sua avioneta em Califórnia, aos 61 anos de idade. O artista norte-americano nutria uma paixão pela aviação. Na Segunda-feira, 22, James Horner pilotava e era o único ocupante de um monomotor S312 Tucano. Por razões ainda não apuradas, caiu na floresta nacional de Los Padres, cerca de 100 quilómetros a norte da cidade de Santa Bárbara, na Califórnia.

O músico ganhou dois Oscars em 1997 pela música que compôs para o emblemático filme “Titanic”: um pela banda sonora e outro pela conhecida canção “My heart will go on”, interpretada por Celine Dion. Para além disso, foi nomeado seis vezes para os prémios da Academia pela música de filmes como “Apollo 13”, “Braveheart” e “Campo de sonhos”.

Ao longo de três décadas e meia, James Horner assinou músicas de mais de 100 filmes, entre os quais “Avatar”, “O nome da Rosa” ou “Uma Mente Brilhante”.

O compositor trabalhou com realizadores como Steven Spielberg, James Cameron, George Lucas, Oliver Stone ou Oliver Howard. O realizador dos filmes “Apollo 13”, “Uma Mente Brilhante” e “O Código Da Vinci”, Ron Howard, escreveu no Twitter que “o meu amigo, compositor brilhante e meu colaborador em sete filmes, James Horner, morreu tragicamente num acidente de aviação. Sinto o coração partido pela sua família”. O actor e argumentista, Seth MacFarlane, declarou que se encontra “terrivelmente triste” com a notícia do desaparecimento físico de James Horner. “Sempre gostei do seu trabalho.

Deixa um legado musical impressionante”, acrescentou. Na mesma rede social, o actor Rob Lowe disse que “nada moldou mais a minha experiência de ir ao cinema que o génio musical de James Horner. Ele ficará na história”.

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