O executivo de Benguela destaca melhorias na produção, transporte e distribuição de energia e água a nível da província. O facto foi anunciado no final da 3ª reunião ordinária do Conselho do Governo, no palácio cor-rosa à Praia Morena, sob presidência do seu titular, Rui Falcão, que analisou a situação política, social, cultural e recreativa da região

Lembramos que, tão logo foi indigitado governador provincial de Benguela, o primeiro sector que Rui Falcão radiografou foi, justamente, o sector da energia e água, devido aos problemas que vivia e para os quais deviam ser canalisados recursos e medidas exequíveis para os resolver.

Numa das suas primeiras declarações à imprensa, o governante prometera resolver o problema de distribuição de energia em 45 dias, pois, justificava, o quadro agravava-se com a avaria dos grupos geradores que alimentam Benguela, acreditando que o investimento feito pelo Governo central conferir-lhe-ia grandes melhorias. Todavia, em relação à água havia projectos em curso que visavam inverter o cenário com que se confrontava.

E, nos sucessivos encontros mantidos com a sociedade civil, Rui Falcão assumia as dificuldades que o seu executivo encontrava na introdução de 84 megawatts – produzidos pelas 3 turbinas adquiridas pelo Estado – no sistema, por falta de “combustíveis”. Dias depois, as melhorias são significativas, considera o governo. Na passada Quarta, 11, numa reunião a que presidiu, foi dado a saber à imprensa por via da directora do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa, Cristina Paulina Lopes, que os esforços empreendidos pelo executivo para garantir, cada vez mais, água e energia à população surtiram os efeitos preconizados.

Não obstante às melhorias registadas nesse domínio, segundo Cristina Paulina Lopes, o governo continua a envidar esforços para a sua “melhoria contínua”. A 3ª reunião ordinária do executivo de Falcão reservou igualmente atenção aos sectores da saúde e da juventude e desporto.

Neste sentido, os membros tomaram conhecimento do processo de enquadramento de médicos, “serviços nacional de saúde e foram informados sobre a distribuição dos profissionais para as unidades sanitárias e por municípios”, disse a responsável, sem contudo revelar números de técnicos que vão reforçar o sector em causa.

Já no sector da juventude e desporto, os membros ficaram a saber da situação actual das infraestruturas, tendo sido orientado que se faça um estudo aprofundado do sector, de modo, segundo soube este jornal de fontes palacianas, a debelar os problemas que atravessa.

Parte significativa das infra- estruturas, avança a fonte que não se quis identificar, clama por reabilitações, adiantando que nesta fase eleitoral o mínimo que o Governo pode fazer é auscultar os problemas, não devendo para o efeito tomar quaisquer decisões, porque ainda não se realizaram eleições.

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