As casas serão comercializadas nas centralidades da Kilemba (província da Huíla), Praia Amélia (Namibe) e nas centralidades da Catumbela e do Lobito, em Benguela.

O director do Gabinete Jurídico da Imogestin e porta- voz daquela empresa responsável pela venda das habitações do Estado, Mário Guerra, anunciou o início das vendas habitações construídas nas províncias da Huíla, do Namibe e de Benguela. De acordo com Mário Guerra, as vendas terão início no terceiro trimestre do ano em curso, mas avisa que na província da Huíla não serão comercializadas a totalidade das habitações da centralidade da Kilemba. “Dos 8 mil e 810 apartamentos disponíveis na centralidade da Kilemba, província da Huíla, serão comercializadas apenas 854 casas por falta de algumas condições, nomeadamente, energia e água”, esclareceu. Mário Guerra salientou ainda que para a assegurar o fornecimento de energia e de água na centralidade da Kilemba, a empresa CITIC, responsável pela edificação da referida cidade, está a construir uma central.

Na província do Namibe, concretamente na localidade da Praia Amélia, município de Moçâmedes, estão prontas 2 mil vivendas e apartamentos que serão igualmente entregues no decurso do terceiro trimestre do ano em curso. Quanto ao cumprimento do prazo ora fixado, Mário Guerra não oferece garantias definitivas, afirmando que “tudo depende da conclusão das infra-estruturas básicas, uma tarefa da responsabilidade do Ministério do Urbanismo”. Quanto às habitações erguidas na província de Benguela, assegurou que serão comercializadas a partir do terceiro trimestre de 2017, sem no entanto ter avançado uma data precisa.

“Tudo depende da conclusão das infra-estruturas”, reiterou. Refira-se que foram construídas várias centralidades no país, com realce para a do Kilamba, a maior, contando com 700 prédios, 24 jardins de infância, 17 escolas primárias e secundárias com capacidade para albergar 1.200 alunos por turno. O Kilamba possui duas subestações eléctricas, uma estação de tratamento de água com captação a partir do rio Cuanza, 20 quilómetros a Sul. Para além do Kilamba, o Executivo, através de uma linha de crédito da China, construiu centralidades designadamente nas províncias do Huambo, Bié, Uíge e Lunda Norte.

Sobre a Imogestin

Constituída em Dezembro de 1997, a Imogestin iniciou actividades aos 15 de Junho de 1998, com a nomeação do seu Conselho de Administração e demais órgãos sociais. Como empresa do ramo imobiliário, dedicou-se inicialmente a vários segmentos de negócios imobiliários, nomeadamente: a promoção, mediação e a gestão imobiliária. Nessa altura, a Imogestin teve como maior empreitada o Projecto de Loteamento Imbondeiros Comercial e Industrial, em Luanda, num terreno da Arquidiocese de Luanda, a reabilitação e reabertura do Hotel Terminus, na cidade do Lobito.

Com o advento da paz e a crescente estabilização macroeconómica do país, a partir de 2002, grandes desafios foram impostos à Imogestin, nos vários domínios da actividade imobiliária. Ao nível de promoção imobiliária, a Imogestin elaborou uma carteira de projectos, alguns dos quais exclusivamente detidos pela sociedade, nomeadamente: o Hotel Terminus Lobito, Hotel Terminus N’dalatando e o Condomínio Atlântico, alem de outras parcerias mantidas com outros investidores (Kianda e Muxima Plaza).

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