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Carta do leitor: Tribalistas na Lunda-Norte voltam à carga

Saudações à equipa de OPAÍS. Caro director, depois de vários anos remitidos a um silêncio quase “obrigatório”, o grupo que atazanou a vida do então governador da Lunda-Norte, Gomes Maiato, saiu da toca, cujo objectivo é forçar o actual Presidente da Republica a exonerar o Governador da Lunda-Norte, Ernesto Muangala.

POR: Kassumbe Wafia Chiri

Conscientes do actual momento político-social e económico que o Pais atravessa, a “quadrilha” encabeçada por pessoas bem identificadas, algumas com responsabilidades políticas no centro nevrálgico do poder na Província ( no secretariado da comissão executiva) e outras na Assembleia Nacional, decidiram pôr em marcha um plano antigo que é de descredibilizar o Governador Ernesto Muangala, disseminando calúnias nas redes sociais e não só, para “ matar” politicamente Ernesto Muangala, para que seja removido do cargo antes de terminar o plano intercalar em curso até Março de 2018.

A Estratégia é antiga, os autores são mesmos. Só que desta vez não é Gomes Maiato, o alvo nem alguns dos seus antecessores. Alguns estão em vida e podem contar as peripécias porque passaram. Perguntem ao Governador Norberto dos Santos, as batalhas que travou e como saiu da Lunda-Norte. É triste . A estatística mostra que todos os governadores que aqui passaram, nenhum cumpriu cabalmente o seu mandato. Todos foram combatidos, guerreados, com os mesmo métodos de hoje.

Tribalismo, regionalismo, calúnia, difamação, por pessoas que tinham algum relevo nas estruturas decisórias. Para quem acompanha politicamente a Lunda-Norte, como nós que há alguns anos a esta parte, decidimos fazer desta parcela do território nacional o lugar para contribuirmos para o desenvolvimento do País, não estamos surpreendidos, pois, quando em 2008 o então Presidente da República decidiu, a menos de três meses das eleições gerais, mudar a liderança na Província, no governo e no Partido, face à enorme crispação que se observava, por não ter nomeado para os cargos nenhum dos cabecilhas que desestabilizavam a governação do Dr Maiato, indo buscar na altura o Director Provincial da Saúde no Moxico, ( Ernesto Muangala), aquilo caiu como se fosse uma bomba atómica, no seio do grupo.

Pois alguns, que já se perfilavam na sucessão do Dr. Maiato, naquela que é considerada por muitos como a sua cadeira de sonhos, viram o seu trabalho sujo desenvolvido ao longo dos últimos anos, (desde 1997) como o incitamento ao tribalismo, regionalismo e de todas acções condenáveis tanto pela constituição da República como pelos estatutos do MPLA, a desabar em saco roto, sem conseguirem os intentos almejados.

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