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Research Atlantico: Banco Mundial diz que a economia nacional vai crescer 1,6% em 2018

O Banco Mundial reviu em alta de 0,9% para 1,6% a previsão de crescimento da economia angolana em 2018, de acordo com o Global Economic Prospects divulgado no mês corrente.

POR: Atlantico

O relatório Global Economic Prospects de Janeiro do ano corrente apresenta uma estimativa de crescimento da economia angolana de 1,6% em 2018, que supera em 0,7 p.p. a previsão divulgada no relatório de Junho de 2017. O registo do Banco Mundial para 2018, representa uma recuperação da economia tendo-se em consideração a estimativa de 1,2% de crescimento estimado para 2017. A instituição de Bretton Woods considera que a transição política bem sucedida, associada ao desempenho positivo do sector petrolífero poderão contribuir para a realização de reformas estruturais que melhorem o ambiente de negócios. As negociações de títulos do tesouro realizadas no mercado secundário de dívida pública ao longo do quarto trimestre de 2017 resultaram em um montante de aproximadamente 527,209 mil milhões AOA.

O mercado secundário de dívida pública registou ao longo do ano de 2017 a realização de 2.108 negócios no ambiente multilateral e bilateral, sendo que o primeiro representou 80% e o segundo 20%. Os negócios realizados resultaram em um montante de 527,209 mil milhões AOA. Destaca-se que os maiores montantes negociados foram apuradas nos meses de Novembro e Dezembro. Relativamente aos números de negócios realizados e ao montante negociado importa ressaltar que ambos seguiram tendência positiva em comparação ao período homólogo de 2016, cerca de 3% e 44%, respectivamente. As trocas comerciais entre Angola e o resto do mundo ao longo do terceiro trimestre de 2017 resultaram em um superavit de 873,175 mil milhões AOA, um aumento de 7% face ao período anterior.

A balança comercial ao longo do terceiro trimestre de 2017 registou superavit de 373,175 mil milhões AOA, que corresponde a um incremento de 7% em comparação ao período anterior, como resultado de uma redução das importações, em 1,9% e um incremento de 3,4% das exportações, sendo que a primeira fixou-se em 512,255 mil milhões AOA e a segunda em 1.385,430 mil milhões AOA. Entretanto, a tendência foi inversa quando comparada ao período homólogo, tendose apurado uma redução de 3,9%. O combustível continuou a ser o principal produto de exportação, com 74%, enquanto que nas importações, as máquinas, equipamentos e aparelhos destacaram-se com 22,2%.

Espaço Internacional EUA A taxa de desemprego norte-americana encerrou o ano de 2017 estável, fixa em 4,1%, que corresponde ao mesmo nível apurado pelo terceiro mês consecutivo, em termos homólogos, tal como o menor valor desde 2000. Durante o mês de Dezembro registou-se a criação de mais 148 mil postos de trabalho, sendo que no acumulado do ano passado apurou-se a criação de 2,1 milhões de novos postos de trabalho, uma ligeira redução face ao ano de 2016 quando atingiu 2,2 milhões de empregos.

China O saldo da balança comercial chinesa registou saldo positivo pelo décimo mês consecutivo, durante o mês de Dezembro, tendo situado-se em 54,69 mil milhões USD, que corresponde a um incremento de 40% face ao mês anterior. Em comparação ao mesmo período de 2016 a variação apurada atingiu 38%, impulsionada pelo rcrescimento das exportações, em 10,9%, tal como o incremento em 4,5% das importações.

Zona Euro A Zona Euro registou durante o mês de Novembro de 2017 uma taxa de desemprego de 8,7%, que representa o menor nível desde 2009, tal como, uma redução de 0,1 p.p. em relação ao mês de Outubro e 1,1 p.p. face ao mesmo mês de 2016. A República Checa seguida de Malta e Alemanha destacaram-se na lista dos países com os menores níveis de desemprego, tendo o primeiro atingido 2,5% e os dois seguintes 3,6% cada. Importa ressaltar que as maiores reduções registaram-se na taxa de desemprego da Grécia, cerca de 2,7 p.p., Portugal, 2,3 p.p. e Croácia, 2,1 p.p., situando-se em 20,5%, 8,2% e 10,4%, respectivamente.

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