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APN contra implementação gradual das autarquias

O Bureau Político (BP) do partido Aliança Patriótica Nacional (APN) criticou a intenção do Executivo de realizar as eleições autárquicas de modo gradual. A informação consta num comunicado, enviado à OPAÍS, resultante de uma reunião que teve lugar na sua sede, ontem, Quarta-feira, 28

Por: Rila Berta

De acordo com a informação, o BP da APN entende não fazer sentido, após 16 anos de paz e de estabilidade política, que se pretenda implementar de modo gradual as autarquias, pelo que defende eleições do poder local que abarquem todo território nacional. Por outra, aquela organização partidária atirou-se contra o recente pronunciamento do Presidente da República, aquando da realização da primeira reunião do Conselho de Governação Local, “o qual deixou equívoco, ao pretender consultar as formações políticas com assento parlamentar e a sociedade civil, omitindo os partidos extra-parlamentares”, lê-se.

No que se refere à educação, o partido considera imperioso reorganizar- se o ensino, a todos os níveis, as instituições de investigação e de cultura e promover uma política de autêntica educação e de formação profissional. No domínio da saúde, reiterou a implementação de medidas que permitam a prestação de assistência médica e medicamentosa rápida, eficiente e total, através do que considerou uma medicina prestigiada, atenta e humanista.

Na informação, a organização política defendeu a transformação dos dias 2 e 8 de Março, datas em que se celebram o Dia da Mulher Angolana e o Internacional da Mulher, respectivamente, como marcos de reflexão para a defesa do género e dos direitos universais da mulher. A reunião aconteceu sob orientação do presidente do Partido, Quintino Moreira. Durante o encontro, o BP debruçou-se sobre questões ligadas às autarquias, à saúde, educação e ensino e às atinentes ao quadrante internacional

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