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Jornalistas da Região Norte disponíveis para a nova dinâmica do país

O curso sobre “Reportagem Jornalística” que durante 2dois dias congregou profissionais dos órgãos de comunicação social, públicos e privados, das províncias de Malanje, Uíje e Cuanza-Norte, abordou diferentes perspectivas

POR: Miguel José, em Malanje

No acto de encerramento da acção formativa regional-norte promovida pelo Ministério da Comunicação Social, sobre “Reportagem Jornalística”, que decorreu de 12 a 14 de Março, na cidade de Malanje, o vice-governador para o Sector Político, Social e Económico, Domingos Eduardo, recomendou aos formandos das três províncias a concepção de reportagens mais criativas, pluralistas e de interesse público, tendentes ao exercício de um jornalismo cada vez mais responsável e rigoroso.

Falando para os profissionais da comunicação social, Domingos Eduardo vaticina que, futuramente, sejam dadas prioridades a assuntos de interesse público, pelo que, incitou a aprofundarem as técnicas de documentação jornalística, elaboração de pautas e outras matérias abordadas no seminário, em proveito de um jornalismo comprometido com a verdade, rigor e que contribua para o fortalecimento da democracia no país. Todavia, o responsável aludiu a disponibilidade, de doravante, oferecer abertura às fontes de informação ligadas ao Governo, para facilitar o trabalho dos profissionais da comunicação social, sem excepção, numa melhor execução da actividade jornalística.

Moção de agradecimento

Na ocasião, os formandos louvaram a iniciativa do Ministério da Comunicação Social, e reconhecido que os temas abordados ajudarão a encarar o seu quotidiano como um desafio para a nova dinâmica do país. Compenetrado no espírito da formação, o jornalista da Voz da América (VOA), Isaías Soares, referiu que foi uma aula que ajudou a corrigir práticas negativas, reformular aspectos ligados à pauta, tendo em atenção o recurso às fontes, a consulta aos documentos, esses, normas que presidem à execução de uma reportagem. Para a repórter da Televisão Pública de Angola (TPA) no Uíje, Maria Filipe, a formação foi valiosa porque produziu novas normas e procedimentos que presidem a elaboração de uma reportagem.

“Assim como o país está a imprimir nova dinâmica, nós jornalistas somos obrigados a acompanha- la. Por isso, aprendemos a não nos limitarmos apenas à notícia. Porém, devemos desenvolver cada vez mais a informação, garantir às comunidades e ao público, um maior acesso à informação, bem como o direito de se pronunciarem sobre os fenómenos ao seu redor”, considerou. Portanto, em cumprimento da estratégia de superação dos profissionais em todo o país, no âmbito das orientações e para a materialização da política formativa do Ministério da Comunicação Social, em parceria com o CEFOJOR, consubstanciados no aprimoramento da qualidade técnica e visando uma atitude profissional responsável; a formação vai, proximamente, decorrer na região leste do país.

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