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Dois soldados britânicos detidos por desordem em hotel na ilha cabo-verdiana do Sal

Dois soldados da Força Aérea Real (RAF) do Reino Unido foram detidos e levados a tribunal na semana passada na ilha caboverdiana do Sal, depois de terem provocado distúrbios numa unidade hoteleira local, apurou a PANA de fonte segura no local

Os dois soldados fazem parte de um grupo de 100 elementos da RAF que se dirigia às ilhas Falkland a bordo de um avião que sofreu uma avaria e que, por isso, foi obrigado a escalar nesta ilha, um dos principais centros turísticos de Cabo Verde. Enquanto aguardavam pela reparação da avaria, os soldados britânicos foram instalados no hotel em regime “All Inclusive” (tudo incluído), que naturalmente dava-lhes acesso livre a bebidas alcoólicas como é habitual nessas estâncias. “Quando chegaram ao hotel, receberam pulseiras tudo incluído “e foram imediatamente ao bar.

As mesas estavam cheias de bebidas”, disse uma fonte citada pelo jornal inglês Sun, entre outros órgãos que largamente mediatizaram o incidente. Conforme a mesma fonte, os dois soldados embebedaram-se e começaram a falar alto, deixando irritados turistas e muitas famílias no local. Um deles quis “brigar contra todos”. Chamada a intervir, a Polícia cabo-verdiana prendeu quatro soldados, dois dos quais levados diante de um tribunal. “Podemos confirmar que os dois soldados compareceram em tribunal em Cabo Verde e foram multados.

A multa terá ascendido a 150 libras para cada um”, reporta o Sun. Conforme as mesmas fontes, a RAF, que terá gasto cerca de 40 mil libras para colocar os soldados nesta estância, anunciou que vai tratar o caso à luz do regimento. “Qualquer um que tenha um comportamento contrário aos altos padrões do exército será tratado do ponto de vista administrativo e sofrerá sanções que podem ir até à demissão”, declarou uma fonte aos jornais britânicos. A mesma fonte qualificou a situação de “má”, frisando que “não será tolerada”. “As autoridades de Cabo Verde foram muito amáveis e permitiram- nos parar aqui para reabastecermos”, concluiu a mesma fonte.

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