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Editorial: Greves e outro sentido

Estamos numa fase em que, com o arranque da revê na educação, a coisa poderá funcionar como a onda de desmaios nas escolas, vai tudo por arrasto. Agora já ameaçam com greves os professores do ensino superior e os técnicos da saúde. De facto, há muito pelo que reivindicar, apesar de que as greves não acompanham a nova fase da vida nacional em que há muto por fazer e que ter vontade de o fazer. Com greve não se produz, e o que o país precisa é de dinheiro para satisfazer as reivindicações. Entretanto, estamos numa fase em que o preço do barril do petróleo chegou aos USD 70.00 e a inflação tende a descer. Há que optar entre a greve e o trabalho que possa consolidar a tendência e semear um futuro melhor.

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