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Projecto “Há teatro no Camões” leva a debate importância da arte na diversificação da economia

Durante a actividade, com duração de dois dias, serão realizadas mesas redondas sobre “O universo poético-teatral do Horizonte Njinga mbande” e momentos teatrais

A 18ª edição do espaço cultural “Há tetro no Camões”, que decorrerá de 17 a 18 do corrente, no auditório Pepetela, do Camões/ Centro Cultural Português vai levar a debate questões relacionadas com a importância da arte na diversificação da economia. Para abordar sobre o presente tema foram convidados os actores, encenadores, dramaturgos, Felisberto Filipe, Hortêncio Silva, Arnaldo Neto, Pinto Fiel, Emanuel Paim e Francisco Kakulo.

Segundo o coordenador da actividade, José Teixeira, pretendem com o tema mostrar à sociedade que as artes cénicas, assim como outras, podem contribuir para a diversificação da economia no país.

“O tema serve para alertar que as artes, quando bem acometidas podem contribuir significativamente na diversificação da economia, que se quer agora”, apontou. José Teixeira referiu que a realização da actividade tem permitido solucionar problemas na arte, através dos vários temas abordados, que reflectem a situação actual do teatro no país.

Consta que o espaço tem como objectivo levar a debate as preocupações dos artistas e, com base nelas, encontrar soluções, de modo a engrandecer o seu trabalho e a arte no país. Refere-se que o programa envolve grupos teatrais, actores, encenadores, dramaturgos e reputadas figuras ligadas ao mundo teatral angolano e demais interessados nesta modalidade artística.

Outras actividades Será ainda realizada uma mesa redonda sobre “O universo poéticoteatral do Horizonte Nzinga Mbande”, com a participação do elenco. Haverá também momentos teatrais com o referido grupo, que vai apresentar a peça “Momentos e Beijos”, enquanto o grupo Ndokueno Arte exibirá “Senhora Mundo e seus maridos”.

SINOPSE

“momentos e Beijos” relata realidades sociais no seio de uma sociedade perversa e consumista. revela um quadro de conflitos, desconfianças, intrigas e ciúmes. A peça mostra também a ambição de subir na vida, sem olhar a meios para atingir os fins.

Por sua vez, “Senhora mundo e os seus maridos” conta a história de monarquias e repúblicas ferozmente competitivas, de impérios, revoluções, rivalidades e utopias.

Num momento em que o futuro do mundo parece mais uma vez incerto, esta peça é essencial para se perceber o passado, futuro e presente. Escrita por José Pires Gonçalves e encenada por Pinto Nsimba, a peça idealiza personagens que fazem agitar, evoluir e até mesmo destruir o mundo, num determinado espaço e tempo.

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