Academia de Pescas promove conferência internacional sobre o mar

“O Mar no Contexto do Desenvolvimento Global” é o lema da 1ª Conferência Internacional promovida pela Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe, que será realizada na Sexta-feira, dia 20, na cidade de Moçâmedes.

Segundo um comunicado de imprensa enviado a OPAÍS, o certame visa a promoção e reflexão, através de debates sobre o desenvolvimento das actividades do meio marinho.

“Pretende-se, com a realização deste evento, levar aos presentes a promoção da reflexão e debate sobre o desenvolvimento das actividades do meio marinho como contribuição para a economia, tendo em conta o paradigma do desenvolvimento sustentável e da planificação das actividades ao longo da Costa de Angola”, lê-se no documento.

O evento contará com a participação de três especialistas portugueses, nomeadamente, Rui Rocha, Manuel Alexandre Pinto de Abreu e o contra-almirante Victor Manuel Gonçalves de Brito, para além de especialistas angolanos.

Durante cerca de 6 horas, serão abordados temas como: “aquicultura comunitária, um caminho do desenvolvimento sustentável”; “Oportunidades e perspectivas de desenvolvimento da economia do Mar” e “os blocos de construção dos Oceanos, para além dos espaços marítimos”, entre outros.

De acordo com o Comunicado de Imprensa saído do Gabinete de Comunicação e Imagem da Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe, a conferência é dirigida aos seus estudantes e demais interessados em aprender matérias ligadas ao Mar. Apesar de não precisar o número de participantes, a organização afirma, no referido documento, que contarão também com a participação de académicos e membros do governo local.

“Neste âmbito, a Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe convida a comunidade académica, a comunidade científica e todos os interessados em assuntos do Mar para um debate de temáticas relacionadas com as Ciências do Mar, enquadradas pelo fenómeno globalização e perceber o enquadramento dos principais espaços e actores num contexto da utilização do espaço marinho angolano”, consta no documento.