loader

Coreia do Norte disposta a abdicar de armas nucleares “sem exigir condições” aos EUA

A Coreia do Norte estará disposta a abdicar do seu programa de armas nucleares sem exigir quaisquer contrapartidas, incluindo a retirada das tropas norte-americanas da Coreia do Sul. Foi o próprio Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, quem o afirmou numa conferência de imprensa esta Quinta-feira. “Pyongyang manifestou vontade de desistir do seu programa nuclear sem exigir a retirada das forças dos Estados Unidos da Coreia do Sul”. A Coreia do Norte ainda não se pronunciou sobre estas declarações.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá reunir-se com o líder norte-coreano até Junho (não é conhecida uma data concreta nem um local) e esta Quinta-feira garantiu que se o encontro não der “frutos” estará disposto a levantar-se e sair. Em conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que está de visita aos EUA, Trump disse ainda que vai manter pressão máxima sobre o líder norte-coreano Kim Jong-un quanto ao desarmamento nuclear.

Também esta Quinta-feira, soube-se que a União Europeia acrescentou quatro nomes à lista de pessoas e entidades sujeitas a sanções por envolvimento nos programas nuclear, de mísseis balísticos ou outras armas de destruição maciça.

As sanções consistem no congelamento de bens e a proibição de viajar para a UE e aplicam-se a quatro pessoas que estiveram envolvidas em “práticas financeiras fraudulentas” para beneficiar o programa de armas nucleares da Coreia do Norte. Com esta decisão, aumenta para 59 o número total de pessoas sancionadas autonomamente pela UE, a que acresce o congelamento de bens de nove entidades.

 Swazilândia vai mudar de nome para evitar confusões

O rei Mswati III surpreendeu toda a gente quando anunciou que o país ia mudar de nome. O anúncio foi feito esta quinta-feira durante as celebrações do 50.º aniversário da independência da nação.

“Gostaria de anunciar que a partir de hoje, o nosso país será conhecido como Reino de Swantini”, disse Mswati III. O rei explicou que a mudança deve-se ao facto de serem muitas vezes confundidos com a Suíça: “sempre que vamos ao estrangeiro, as pessoas referem-se a nós como a Suíça”.

Há alguns anos que o rei trata a nação como Swantini. Em 2017, durante uma assembleia geral da ONU, foi esse o nome utilizado pelo líder na nação. O mesmo aconteceu em 2014, no momento da abertura do parlamento ao país.

A Swazilândia é a última monarquia absoluta de África. Nos últimos anos os opositores do regime pediram várias vezes uma mudança para a democracia.

 

Últimas Notícias