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APN defende mais investimentos nos sectores público e privado

A Aliança Patriótica Nacional(APN) defende o aumento do investimento social, público e privado, que promova cada vez mais e melhores infra- estruturas sociais, programas de desenvolvimento local, serviços básicos de educação, saúde e assistência social.

Esta posição foi reiterada pelo seu líder, Quintino Moreira, em declarações a OPAÍS, esta Terça-feira, momentos após uma delegação do seu partido ter sido foi recebida na Cidade Alta pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Frederico Cardoso.

Encabeçada pelo seu secretário-geral, Camilo António, a delegação entregou a Frederico Cardoso um memorando para o Presidente da República, João Lourenço, no qual manifesta a sua posição em relação às prementes preocupações que o país atravessa.

Na Segunda-feira, 16, o Bureau Político da Aliança Patriótica Nacional esteve reunido em Luanda, na sua 10ª sessão ordinária, acto que serviu para analisar a situação política, social e económica do país, à luz dos últimos desenvolvimentos, oito meses após à realização das últimas eleições gerais de Agosto de 2017.

Em conversa com este jornal, Quintino Moreira resumiu que o encontro abordou várias questões, com realce para os de pendor económico. Nesta senda, a instituição que dirige defende mais investimentos para os sectores social e económico, os quais considera como fundamentais para a resolução dos principais problemas que afectam as populações.

No entender da APN, segundo a fonte, com mais investimentos nestas duas áreas, o país poderá dar passos significativos no que concerne aos programas de desenvolvimento e proporcionar melhores condições de vida aos cidadãos.

Apesar de reconhecer haver já programas do Governo nesse sentido, Quintino Moreira insiste que os mesmos sejam efectivados, em Arqui vo/opaís Arqui vo/opaís vez de ficarem apenas no papel para “inglês ver”.

Sustentou que vários programas foram gizados nos anteriores governos, na altura em que o país ainda não estava mergulhada numa crise financeira, mas a sua aplicação não foi feita por razões que disse desconhecer.

O político reforça dizendo que desta vez o Governo deve fazer a diferença, para corresponder às expectativas dos cidadãos que esperam por melhoria das suas condições.

A APN, na voz do seu líder, entende que a modernização do Estado exige a eliminação de proteccionismos a sectores privados, através de um processo de saneamento assente na “desprivatização”.

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