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Especialista em fundo de pensões defende investimento em Kwanza

Para que Angola tenha uma economia robusta e forte é necessário que se façam investimentos no sector produtivo em moeda nacional (Kwanza), defendeu, nesta Quinta-feira, em Luanda, o especialista brasileiro em fundo de pensões, Ivan San’Ana Ernandes. O especialista que falava durante a conferência sobre “Fundo de pensões em Angola: que perspectivas”, promovido pela Associação de Seguradoras de Angola (Asan), informou que os investimentos em kwanzas permitem uma estabilidade da economia nacional em relação aos choques externo das moedas estrangeiras.

POR: Borges Figueira

Para o efeito, é necessário que o Estado angolano tenha como desafios a criação de incentivos fiscais para o desenvolvimento de poupança interna e que os produtos financeiros específicos para os fundos de pensão sejam um facto, bem como os negócios a longo prazo e que vende-se confiança de que o prometido será entregue no tempo estabelecido. “A remuneração adequada dos capitais investidos para honrar os compromissos futuros, investimentos de recursos em empresas e meios de produção no mercado interno geram emprego e renda, e desenvolvem programas de educação financeira e providencia, além da rever as tabuas de longevidade das populações asseguradas devem constar, igualmente, dos desafios do governo angolano”, disse.

De acordo com o professor, Ivan San’Ana Ernandes, a importância da previdência deve servir para a manutenção do padrão pós-reforma e melhorar a relação entre a empresa e o emprego de forma a atrair e manter uma mão-de-obra de qualidade, bem como aumentar a fidelidade entre o serviço e renda, considerou. A criação de novos postos de trabalho bem como arrecadação directa e indirecta de impostos, e tem como objectivo melhorar a qualidade de vida dos reformados e beneficiários, além da manutenção do poder de compra na economia real, frisou.

Por outro lado, o especialista fez saber que o sistema de previdência tem como pano de fundo a segurança da economia financeira atuarial, liquidez e equilíbrio dos planos, bem como determinar a aplicação do património voltado exclusivamente à concessão e manutenção dos benefícios. Segundo ainda Ivan San’Ana Ernandes, os Estado deve ter como acções a protecção de interesses de participantes e garantir os pagamentos e o acesso às informações de plano assim como criar normas, coordenar, fiscalizar e controlar as actividades dos gestores. Compete ainda ao Estado criar produtos financeiros, incentivos fiscais, educação financeira e previdência nos mercados asseguradores, coberturas de pessoas, saúde e capitalizar investimentos.

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