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Carlos Pacheco responde por “ofensas” a A. Neto

O historiador angolano Carlos Pacheco será ouvido esta Quinta-feira (hoje) pela Procuradoria do Estado do Rio de Janeiro, Brasil, no âmbito de um processo movido pela Fundação Agostinho Neto. A audiência decorre de diligências feitas pelo Departamento de Investigação e Acção Penal, DIAP, da PGR de Portugal o qual recorreu ao acordo de assistência judiciária entre os dois países.

Aquele departamento recebeu uma queixa-crime apresentada pela Fundação Agostinho Neto, que o acusa de “ofensa à memória de pessoa falecida”, no caso , Agostinho Neto. O móbil da acusação é o livro, “Agostinho Neto, o Perfil de Um Ditador.

A História do MPLA em Carne Viva”, publicado por ele em 2016. Carlos Pacheco toma o processo como um acto bizarro, “ o qual não o intimida. Diz que o que está em jogo “é a liberdade de expressão, a defesa da liberdade de um pensar”. Todas as diligências para ouvir a Fundação Agostinho Neto resultaram infrutíferas.

Mário Monteiro

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