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Um bouquet de factos preocupantes

O noticiário de ontem foi preocupante em termos de segurança das pessoas. Vejamos: o ministro do Interior veio defender um plano de combate ao crime, o comandante-geral da Polícia Nacional prometeu uma resposta dura aos criminosos.

POR: José Kaliengue

Algumas localidades estão “mapeadas” como inquietantes. Ao mesmo tempo, num templo religioso frustrou-se o roubo de 13 milhões de kwanzas. Alguém explique o que fazia lá tanto dinheiro, por favor. Se formos a fazer contas, somando templos, fiéis, etc.. e etc., talvez tenhamos de levar as mãos a cabeça. Já agora, nisto de lavagem de dinheiro e exportação ilícita, além das exonerações de titulares de cargos públicos, seria bom que o Presidente da República mandasse investigar a fundo a actividade de certas confissões religiosas. Pelo menos as suspeitas já são mais do que muitas, e onde há assim tanto fumo pode haver fogo também. Num bairro de Luanda um grupo de fiéis muçulmanos “substituiu” a Polícia na manutenção da ordem pública, ao ponto de as pessoas já poderem dormir com as portas de casa abertas. Que tipo de lei impera aí? Como se organizam? Como demarcaram o território? Que instrumentos e técnicas usam para controlar os bandidos? Não sei se alguém me acompanha no pensamento, mas, a mim, parece que temos razões, muitas, para ficarmos muito preocupados.

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