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Segunda gala do “Lady to Lady” realiza-se hoje no HCTA

Em conferencia de imprensa realizada ontem, no Hotel de Convenções de Talatona (HCTA), reuniram-se cinco entidades que abordaram a 2ª edição do evento virado para as causas sociais, em que foi evocado o potencial da mulher angolana através do projecto designado “Lady to Lady” e a gala de premiação do “Lift Efects”, sob o lema “A glória”

POR: Valquíria Martins

A 2ª edição da gala na veftente das causas sociais denominada “Lady to lady”, arranca hoje no Hotel de Convecções de Talatona (HCTA), sob o lema “A glória”. A gala destinada a mulheres, visa divulgar a palavra de Deus no seio das mulheres angolanas e angariar fundos que serão entregues a instituições de caridade. A gala conta com a presença de delegações provenientes de Londres (Inglaterra) e da Nigéria, lideradas pela princesa Moradeun Adedoyin.

Far-se-ão ainda presentes no evento a apóstola Tina, Lioth Cassoma e a pastora Sandra, de Londres, para falarem do projecto que visa a defesa das mulheres de diferentes credos religiosos. O evento vai oferecer momentos de música gospel, de artistas da praça nacional, numa ocasião em que se pretende receber acima de duas mil cidadãs para abordar assuntos diversos. Com duração de dois dias, a jornada termina Domingo com a realização da gala “Lift Efects”, que vai reconhecer a acção dos doadores e com a indicação dos centros onde se fará a entrega dos bens adquiridos.

O evento é organizado por uma delegação proveniente das províncias de Cabinda, Luanda, e Lunda- Sul que, Domingo, estará presentes na gala dirigida por mulheres ligadas à palavra de Deus, que vai proceder ao reconhecimento da acção das mulheres, através de categorias como a Individual e Gospel. Para esta edição foram disponibilizados 22 prémios. Por sua vez, a mentora, a pastora Sandra, que chegou directamente de Londres, afirmou que o encontro será benéfico e que as mulheres precisam buscar Deus com o Espírito Santo. “Queremos fazer com que as mulheres sejam valorizadas, porque o meu grande objectivo e desafio é ver o universo feminino ser respeitado. Por isso, escolhi Angola, e é só um começo, ainda vamos ter mais testemunhos”, apontou.

Para a princesa Moradeun Adedoyin, membro da primeira linhagem do primeiro pastor nigeriano, a conferência vai mudar vidas, ministérios, um facto que prefere constatar no local, que, para si, contará com a presença de Deus. Moradeun Adedoyin frisou que está engajada no pan-africanismo, para a união de África e o empoderamento das mulheres. “A primeira vez que pisei o solo angolano foi na época da Independência, mas agora, com os meus 62 anos, vejo uma Angola mais madura”. Para a apostola angolana Tina, este projecto ligado à mulher “chegou a Angola em boa altura, para que possamos analisar profundamente um dos males que afectam muitas mulheres, que é a violência doméstica”.

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