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Análise Diária: Crescimento do PIB durante o 4º trimestre de 2017 registou contracção de 4,3%

O valor apurado representa o segundo registo negativo consecutivo, em termos homólogos

POR: Atlantico

Espaço Angola

O Produto Interno Bruto (PIB) referente ao 4º Trimestre de 2017 registou redução de 4,3% em termos homólogos. O Índice de Preços no Consumidor (IPC), com referência a cidade capital, Luanda, apresentou variação mensal de 1,16% em Abril, uma redução de 0,22 p.p. face ao mês de anterior.

Espaço Internacional

Alemanha: O Produto Interno Bruto (PIB) apurado no 1º trimestre de 2018 desacelerou 0,3 p.p. em relação ao trimestre anterior, ao crescer a uma taxa de 0,3%.  China: A produção industrial registou um incremento de 7% durante o mês de Abril face ao período homólogo, que representa um aumento de 1 p.p. face ao mês anterior.

Visão Atlantico

O Produto Interno Bruto (PIB) referente ao 4º Trimestre de 2017 registou queda de 4,3% em termos homólogos. O PIB apesar de registar uma ligeira melhoria, se considerarmos a variação apurada no terceiro trimestre do ano transacto, de -4,7%, manteve-se em terreno negativo pelo segundo trimestre consecutivo. As maiores variações negativas verificaram-se nos subsídios, impostos sobre os produtos, intermediação financeira e de seguros, e nas pescas em 73,3%, 37,8%, 23,5% e 20,3%, respectivamente. A economia continua a ressentir- se do choque na procura, resultante da redução do preço do petróleo nos mercados internacionais, que contribuiu para a redução da liquidez e divisas necessárias, na economia, para a manuntenção do financiamento da actividade económica, o que exigiu, por parte do Executivo, a implementação de medidas macroeconómicas contracíclicas, necessárias para a redução dos desequilíbrios internos, e que poderão estar na base da moederada recuperação da economia, durante o período em análise.

O crescimento económico apurado no 1º trimestre de 2018 desacelerou 0,3 p.p. em relação ao trimestre anterior, ao expandir a uma taxa de 0,3%. O desempenho da economia poderá reflectir a redução dos gastos públicos e do comércio internacional, em virtude das incertezas associadas aos efeitos das políticas comerciais proteccionistas dos EUA sobre os produtos da Zona Euro, onde a Alemanha é a maior economia. Importa destacar que a taxa de crescimento verificada corresponde ao pior desempenho da economia nos últimos cinco trimestres. Em termos homólogos o crescimento do país atingiu 2,5%, uma ligeira desaceleração face aos 2,9% referente ao último trimestre de 2017.

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