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Casamento real: As tradições que Meghan Markle e Harry quebraram

A cerimónia, que aconteceu no Sábado, 19, foi muito comentada por trazer elementos novos e que balançaram os protocolos da realeza britânica

O rel acionamento de Meghan Markle e o príncipe Harry já começou a dar o que falar. Pela primeira vez, uma mulher filha de mãe negra e pai branco, divorciada, feminista e mais velha que seu o companheiro estava prestes a entrar para a família real britânica. O tão esperado casamento aconteceu, na capela de St. George, no Castelo de Windsor, na Inglaterra, e, como muita gente previa, decorreu cheio de quebras de protocolo.

A seguir, algumas delas: Nada de madrinha Em geral, a madrinha acompanha a noiva de carro até ao lugar da cerimónia. Neste casamento real, a companheira de Meghan foi a sua mãe, Doria RaGland. Enquanto Harry convidou o seu irmão, William, para ser o seu padrinho, a noiva abriu mão de ter uma madrinha.

Segundo um comunicado oficial, “ela possui amigas muito próximas e não quis escolher uma em detrimento de outras”. Caminho até ao altar Como já havia sido anunciado, o pai de Meghan teve problemas de saúde e não pôde comparecer ao casamento.

A noiva, então, caminhou sozinha (com pajens e daminhas atrás) por boa parte do percurso até ao altar. Foi só no meio do caminho que ela encontrou o seu então futuro sogro, Charles, que a levou ao noivo.

A presença da tradição americana Pela primeira vez, um membro de uma congregação dos Estados Unidos participou num casamento real.

O pastor Michael Curry, filho de activistas e forte defensor da igualdade racial, fez um discurso que marcou a cerimónia, citando inclusive Martin Luther King, ícone da luta pelos direitos civis dos negros.

O vestido

A aposta num vestido mais clean, sem rendas ou muitos bordados, não significou necessariamente uma quebra de protocolo, mas foi um assunto muito comentado, bem como a escolha de uma marca francesa (a Givenchy), ainda que dirigida por uma estilista inglesa. Importante: Clare Waight Keller foi a primeira mulher a assumir o cargo de diretora artística da grife GirlPower.

Diversidade

O gospel norte-americano misturou- se com as tradições da realeza britânica. Entre os pontos altos da cerimónia, não podemos deixar de destacar a participação do The Kingdom Choir, coral formado por cantores negros que emocionou os convidados com a apresentação de Stand by Me.

Além disso, o casamento também contou com a performance do violoncelista negro Sheku Kanneh-Mason, de apenas 19 anos de idade.

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