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Análise Diária: Crédito ao sector privado deverá registar um crescimento de 27,2%, em 2018

O aumento do crédito representa um incremento de 25,9 p.p. face ao ano de 2017

POR: Atlantico

Espaço Angola

O crédito ao sector privado deverá registar um crescimento de 27,2%, em 2018, um incremento de 25,9 p.p., face ao ano anterior, segundo estimativas do FMI divulgadas no Artigo IV. • O stock de dívida pública poderá atingir 72,9% do PIB até ao final de 2018, o que representa um aumento de 8,8 p.p., comparativamente ao registo previsto para 2017.

Espaço Internacional

Reino Unido: A taxa de inflação referente ao mês de Abril registou desaceleração de 0,1 p.p., fixando- se em 2,4% em relação ao período homólogo.  África do Sul: O Índice de Preços no Consumidor registou variação de 4,5% durante o mês de Abril, face a igual período de 2017, um incremento de 0,7 p.p. em relação ao mês anterior.

Visão Atlantico

O crédito ao sector privado deverá registar um crescimento de 27,2%, em 2018, um incremento de 25,9 p.p., face ao ano anterior, segundo estimativas do FMI divulgadas no Artigo IV. As previsões do FMI estão alinhadas com os esforços do Executivo em delinear um novo paradigma do investimento em Angola, baseado numa transição do investimento público para o investimento privado, facto que encontra respaldo na aprovação da nova Lei do Investimento Privado, no Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (PRODESI) e no programa de médio prazo, o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) 2018-2022.

De realçar, que de acordo com as estatísticas monetárias do BNA, o crédito ao sector privado no primeiro trimestre de 2018, ascendeu os 11.574,97 mil milhões AOA, um aumento de 8,0% face ao período homólogo. O aumento do nível de crédito à economia é um indicador fundamental para a aferição da recuperação da economia dos ciclos económicos menos positivos. •A taxa de inflação referente ao mês de Abril registou desaceleração de 0,1 p.p., fixando-se em 2,4% em relação ao período homólogo. A contribuir para o desempenho está a redução dos custos dos “transportes”, “alimentação” e “vestuário e calçado” em 2,4%, 2,7% e 1,7%, respectivamente. A desaceleração dos níveis de preço na economia, abaixo do expectável de 2,5%, regista-se após a decisão do Banco Central da Inglaterra manter inalterada a taxa básica de juros em 0,5%, numa altura em que o crescimento económico foi revisto em baixa.

 

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