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A sina

daqui a quatro meses deverá encerrar um ciclo no país. O mesmo processo que começou a ser desencadeado quando João Lourenço chegou à liderança do país.

POR:Daniel Costa

Ninguém acredita que este ‘candidato natural’ venha a ser cilindrado por um outro, assim que a 7 de Setembro os camaradas se reunirem, depois da profecia lançada pelo Bureau Político há pouco tempo. O que se espera é que os camaradas, alguns dos quais foram verdadeiros indefectíveis de José Eduardo dos Santos, não ajam como avestruzes. Assumam e mergulhem na árdua tarefa lançada pelo Comité Central de se valorizar o seu legado. Ensina-nos a história que os homens tendem a se recordar e portar julgamento sobre o que de mais pugente há nas coisas negativas, como se as positivas nunca tivessem sido importantes. Mas, como o ainda presidente do MPLA afirmou ontem, “o partido deve saber reter tudo que fez de positivo, e lhe permitiu chegar à fase em que nos encontramos”. Esperemos que se lembrem disso.

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