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Editorial: Até amanhã, camaradas!

Setembro de 1979-Setembro de 2018. 39 anos. quase quatro décadas depois de José Eduardo dos Santos ter chegado ao poder na república de Angola e, posteriormente, assumido a condução do ainda partido no poder, o MPLA, eis chegado o momento do render da guarda. da substituição possível, talhada desde a época do partido-Estado, guerras e paz se passaram. Para o bem ou para o mal, um nome se evidenciou ao longo destes cerca de 40 anos. O de José Eduardo dos Santos, o homem, o político, o estadista, aquele que se prepara para gozar o seu repouso do guerreiro, pacífico, tanto no Estado como no seio do partido que dirigiu e agora testemunha a afirmação de uma transição que o próprio diz ser pacífica. A grande verdade é que a política angolana sempre terá o timbre de Eduardo dos Santos. Mesmo que o tempo teime em avançar, as suas marcas continuarão patentes. Pelo menos, poucos ou quase nenhum são os que duvidam do seu papel reconciliador e da virtude enquanto homem que conduziu este país a um dos seus momentos mais exaltantes: a paz.

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