Administrador promete devolver dignidade ao Lubango em dois anos

Ao longo dos 95 anos do Lubango, capital da província da Huila, este município registou um crescimento demográfico acelerado, o que originou o surgimento desordenado de diversos bairros, onde não existem alguns serviços sociais básicos, como energia eléctrica, água canalizada e segurança

Texto de: João Katumbela, na Huíla

O administrador Municipal do Lubango, Francisco Barros, prometeu, nesta Quinta-feira, trabalhar no sentido de recuperar num período de dois anos a imagem degradada desta cidade. Em declarações à Imprensa, por ocasião das celebrações 95º aniversário de elevação à categoria de cidade da ex-Sá da Bandeira, o governante reconheceu que a capital da sua área de jurisdição apresenta um aspecto que desagrada aos munícipes.

Segundo ele, esta situação será alterada para melhor dentro de dias, pois serão executadas várias obras de requalificação de algumas infras-estruturas sociais, com destaque para as vias de acesso. “O Lubango de ontem não é o mesmo de hoje e não será o mesmo de amanhã.

Várias transformações políticas, económicas e sociais, afectaram a sua rede viária e de equipamentos, mas temos esperança de que o Lubango vai ser melhor do que antes”, garantiu.

Acrescentou que “com as infraestruturas integradas a serem reabilitadas, vamos melhorar a sua imagem, penso que daqui a dois anos teremos um Lubango melhor”. Para o efeito, o seu elenco apostará numa gestão participativa de modo a envolver todos os habitantes do município do Lubango, através dos Conselhos de Auscultação e Concertação Social.

Ao longo dos 95 anos do Lubango, este município registou um crescimento demográfico acelerado, o que originou o surgimento desordenado de diversos bairros, onde não existem alguns serviços sociais básicos, como energia eléctrica, água canalizada e segurança. Francisco Barros explicou que entre os vários desafios que enfrentam, as atenções estão viradas para a disponibilização de tais serviços sociais básicos, frequentemente reclamados pelos munícipes, nos novos bairros da cidade.

“Já estão em curso várias obras para inverter o quadro. Estamos a trabalhar na abertura de uma nova rede de distribuição de energia eléctrica e água potável”, revelou.

Programa de Combate à Pobreza

No âmbito do Programa Municipal Integrado de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza, Francisco Barros informou que também estão a ser construídas e reabilitadas escolas nos bairros do Nambambe e Tchavola, arredores da cidade do Lubango.

A escola em construção, em Nambambe, terá sete salas de aula, numa obra orçada em 60 milhões de Kwanzas, ao passo que a que está a ser reabilitada, de duas salas de aula, no bairro da Tchavola, está orçada em 20 milhões de Kwanzas. “Estão em curso estas duas obras. Não são suficientes, mas representam um grande passo no processo que visa reduzir o número de crianças que estudam por debaixo de árvores”, declarou.

Ao concluir Francisco Barros, adiantou que o mesmo programa prevê a realização de outras acções, com destaque para a reactivação da Merenda Escolar, cuja distribuição foi interrompida em 2014, no município do Lubango.

rede de distribuição de energia eléctrica e água potável”, revelou.
Programa de Combate à Pobreza No âmbito do Programa Municipal Integrado de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza, Francisco Barros informou que também estão a ser construídas e reabilitadas escolas nos bairros do Nambambe e Tchavola, arredores da cidade do Lubango.

A escola em construção, em Nambambe, terá sete salas de aula, numa obra orçada em 60 milhões de Kwanzas, ao passo que a que está a ser reabilitada, de duas salas de aula, no bairro da Tchavola, está orçada em 20 milhões de Kwanzas. “Estão em curso estas duas obras.

Não são suficientes, mas representam um grande passo no processo que visa reduzir o número de crianças que estudam por debaixo de árvores”, declarou. Ao concluir Francisco Barros, adiantou que o mesmo programa prevê a realização de outras acções, com destaque para a reactivação da Merenda Escolar, cuja distribuição foi interrompida em 2014, no município do Lubango