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Luto: Morreu António Freitas

O jornalista António Freitas morreu, no Sábado, na República da Namíbia, vítima de doença. António José Freitas iniciou a profissão de jornalista na Agência Angola Press (Angop), onde trabalhou durante 12 anos, no período de 6 de Maio de 1985 a 15 de Setembro de 1997.

Na Angop, desempenhou várias funções, entre elas a de editor de economia e, a partir de Janeiro de 1995, as de editor-chefe do Departamento de Serviços Especiais. Ainda em 1995, integra a equipa que funda o extinto semanário “Agora”, ao lado do também já falecido jornalista Aguiar dos Santos.

O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) lamenta profundamente a morte do jornalista. Freitas foi mestre de muitos profissionais que hoje assumem a chefia das mais variadas redacções. Ao reagir ao infausto acontecimento, na sua página do Twitter, o ministro da Comunicação Social, João Melo, considera o malogrado um grande jornalista angolano, que “integrou a melhor redacção da imprensa angolana pós-independência”.

Durante o seu percurso profissional, António José Freitas esteve, também, ligado ao Novo Jornal, entre 2010 e 2018, tendo colaborado, ainda, em vários jornais e revistas. Na sua edição online, o Novo Jornal, projecto editorial que abraçou desde a sua fundação, em 2008, considera António Freitas “um dos mais respeitados e verticais jornalistas angolanos”.

Até à sua morte, desempenhou as funções de director do Gabinete de Comunicação da Empresa Nacional de Diamantes de Angola (ENDIAMA). Em 1997, António José Freitas foi vencedor da primeira edição do Prémio Kianda de Jornalismo Económico e, em 2005, viria sagrar-se vencedor do Prémio Maboque de Jornalismo.

António José Freitas de Jesus Correia, o “Seminário”, como era conhecido entre os amigos, nascido no Lobito, província de Benguela, em 17 de Março de 1960, filho de Manuel Firmino Correia e de Maria Elias Coelho de Freitas.

O jornal OPAÍS expressa à família enlutada, os mais vivos sentimentos de pesar.

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