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Galeria do MAAN acolhe exposição colectiva de artes plásticas

A mostra produzida pela AM-ARTE, é constituída por telas e instalações resultantes da Residência Artística da 7ª Edição do “(JAANGO) Nacional” 2018, que ficará patente ao público até 1 de Agosto

Texto de: Augusto Nunes

Cinco artistas plásticos, nomeadamente Eduardo Vueza, Kassy, Maiomona Vua, Ricardo Kapuka e Suekí inauguram uma exposição colectiva resultante da Residência Artística da 7ª Edição do “ (JAANGO) Nacional” 2018, às 18 horas e 30 minutos desta Sexta-feira, na Galeria do Memorial Dr. António Agostinho Neto, em Luanda.

Segundo o curador Dominick Tanner, trata-se de uma plataforma de Jovens Artistas Angolanos ou simplesmente (JAANGO), que pretende congregar artistas plásticos de nacionalidade angolana residentes em Angola e na diáspora nas suas distintas disciplinas. A exposição é constituída por telas produzidas a óleo, acrílico e instalações, que ficará patente ao público, em Luanda, até 1 de Agosto.

Os artistas Eduardo Vueza nasceu em Luanda, em 1979, vive e trabalha em Luanda, é artista, auto-didacta e pintor, desenvolveu muito da sua técnica pictórica no Atelier do Mestre e Artista Plástico João Pindi. Kassy nasceu em 1977, vive e trabalha em Luanda. A sua pintura reflecte uma África contemporânea desafiante e influenciada por Luanda e os luandenses no seu quotidiano.

Maiomona Vua nasceu em 1979, vive e trabalha em Luanda, em 2016 arrebatou o Grande Prémio de Escultura ENSArte com a peça “Convergência Feminina”. Ricardo Kapuka nasceu em 1976, vive e trabalha na Vila da Catumbela, este ano fez a sua primeira exposição individual, em Luanda, sob o título “Vida e Fé” no ELA- Espaço Luanda Arte, que lançou o debate à volta das crenças espirituais ou religiosas. Sueky nasceu em 1981, vive e trabalha entre a Itália e Angola.

O seu nome, em kimbundo, significa “um crocodilo em busca de dias mais brilhantes”. O JANGO O projecto emerge da analogia ao símbolo arquitectónico nacional angolano denominado “Jango” ou “Onjango”, um espaço destinado a rituais diversos, com uma estrutura aberta nas laterais, no qual as pessoas se reúnem para trocar ideias e resolver assuntos da comu nidade”.

Neste projecto, os artistas (jaanguistas), como são conhecidos, emergem da reciclagem de material, revisitando lugares comuns, reinterpretando conceitos e a saída da sua “zona de conforto”. A sua I edição teve lugar em 2011, a II em 2013 e a III em 2014. Já a IV ocorreu em 2015, a V em 2016, e a VI edição em 2017. O desafio, segundo a organização é que os artistas trabalhem numa residência diurna durante duas semanas, onde cada um cria duas instalações.

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