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Editorial: O persistente ponto de partida

A vida dá muitas voltas, como se diz, mas pode ir evoluindo. Pode escalar patamares, não precisa de voltar sempre ao ponto de partida. Com o tempo a correr, cada regresso pode representar atraso importante.A notícia que vamos dar pode parecer sobre um problema localizado, mas não, infelizmente é apenas representativa da nossa triste sina de perdulários. vejam só, das centenas de carros enviados ao uíge pelo INE, por altura do Censo geral da População e Habitação, apenas oito estão operacionais para as novas tarefas do INE. Lá está o velho problema da manutenção, dos cuidados com os bens públicos, da responsabilidade. Ou melhor, da falta de tudo isso. E também do desperdício sem fi m dos dinheiros públicos. Estamos mesmo com falta de autoridade e com a impunidade a dançar de felicidade. No uíge, está visto, há que recomeçar.

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