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Análise Diária: Redução das taxas em 3,48 e 4,90 % poderá reflectir a desaceleração nos níveis de preço

As taxas de juro dos Bilhetes do Tesouro nas maturidades 182 e 364 dias fixaram- se em 16,77% e 19% em Maio

POR: Atlantico

Espaço Angola

As taxas de juro dos Bilhetes de Tesouro nas maturidades 182 e 364 dias apuradas em Maio registaram reduções de 3,48 e 4,90 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 16,77% e 19,00%, respectivamente. • A yield dos Eurobonds com maturidade em 2028 registou uma redução de 0,49 p.p. durante o mês de Maio, situando-se em 7,741%.

Espaço Internacional

Zona Euro: O crescimento económico registado ao longo do primeiro trimestre atingiu 2,5% face ao período homólogo, uma desaceleração de 0,3 p.p. em relação ao último trimestre de 2017. China: O superavit da balança comercial referente a mês de Maio reduziu 11,94% comparativamente ao mês de Abril, situando-se em 24,92 mil milhões USD.

Visão Atlantico

As taxas de juro dos Bilhetes de Tesouro nas maturidades 182 e 364 dias apuradas em Maio registaram reduções de 3,48 e 4,90 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 16,77% e 19,00%, respectivamente. A redução das taxas de curto prazo acontece numa altura em que o nível geral de preços na economia apresenta uma tendência decrescente, o preço internacional de crude continua em expansão, tendo atingido 77,59 USD/ barril em Maio, um incremento de 3,22% face ao mês anterior, tal como, o sucesso da segunda emissão de eurobonds no montante de 3 mil milhões USD. Importa destacar que desde o início do ano que não é emitido Bilhetes do Tesouro a 91 dias.  O crescimento económico na Zona Euro registado ao longo do primeiro trimestre atingiu 2,5% face ao período homólogo, uma desaceleração de 0,3 p.p. em relação ao último trimestre de 2017.

Em comparação ao último trimestre de 2017 a tendência manteve- se, tendo-se registado uma redução de 0,7% para 0,4%. A desaceleração do crescimento da economia da região reflecte, essencialmente, a redução das exportações e importações em 0,4% e 0,1%, respectivamente. Por outro lado, o aumento do consumo das famílias (0,5%) e da formação bruta de capital (0,5%) contribuíram para o crescimento do Produto Interno Bruto. Na da região a Letónia e a Polónia destacaram-se ao registarem as maiores taxas de crescimento, 1,6% cada.

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