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Ministério do Ambiente aponta prioridades para até 2022

A ministra do Ambiente, Paula Francisco, apontou o saneamento urbano e rural como prioridades do sector no período 2017/2022, sem descurar a inclusão económica. Falando na apresentação da Estratégia Nacional de Saneamento Total Liderado pelas Comunidades e Escolas em Angola, a ministra disse que o saneamento constitui uma das maiores preocupações da agenda mundial, dada a sua forte relação com os níveis de qualidade de vida das populações.

Os relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que em 2017 cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo carecem de saneamento seguro e 2,5 biliões não têm acesso a água. “Estes dados devem merecer uma atenção de todos, olhando para o impacto negativo que causa no seio das populações, sobretudo nos países em desenvolvimento”, realçou.

Esclareceu que estas acções enquadram- se nos esforços do Executivo sobre a melhoria da qualidade de vida das populações e encontram- se alinhadas nos vários compromissos assumidos, quer ao nível dos objectivos do desenvolvimento sustentável, assim como nos 11 compromissos com a criança sobre a “Esperança de Vida ao Nascer” e a Agenda Africana, entre outros.

O programa de Saneamento Total Liderado pela Comunidade e Escolas tem-se constituído numa ferramenta importante para a resolução dos problemas de saneamento das populações nas zonas peri-urbanas e rurais, sobretudo na identificação de acções concretas para responder aos problemas identificados, contribuindo para uma melhor planificação e execução dos programas através de agentes comunitários e líderes naturais.

O programa está a ser implementado em Angola desde 2008, tendo começado como projecto piloto na província da Huíla, aquando do surto de cólera, e estendeu- se para o Bié e Moxico.

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