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SIC detém burladores que forjaram documentos da Presidência

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve, na semana transacta, alguns dos integrantes de um dos grupos de supostos marginais que falsificaram documentos de várias entidades oficiais, entre as quais os Serviços da Presidência da República, para burlarem empresas e incautos cidadãos.

De acordo com um comunicado de imprensa do Ministério do Interior (MININT), enviado a OPAÍS, os investigadores continuam a desenvolver acções com vista a deter dos demais presumíveis marginais que falsifica ram também documentos oficiais do Gabinete da Primeira Dama, de ministérios e outras instituições públicas.A estratégia utilizada por estes marginais centra-se, sobretudo, na solicitação de patrocínios para a cobertura de acções ou actividades filantrópicas e a concessão de prémios por entidades públicas, de acordo com o documento.

“O Ministério do Interior alerta a todas as instituições e cidadãos que sejam notificadas para os fins ora referidos a abordarem as instituições públicas referenciadas previamente e os denunciem ao SIC”, lê-se no documento assinado pelo subcomissário de Migração, Simão Milagre, director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do MININT. Por outro lado, o MININT alerta a opinião pública nacional e internacional para a existência de grupos de cidadãos que difundem falsas notícias através das redes sociais, com recurso a textos, áudios e vídeos captados de situações ocorridas no estrangeiro, em alguns casos com imagens chocantes, para semear o medo e a insegurança.

“Deste modo, procuram transmitir a ideia de incapacidade do Governo em dar tratamento às questões de segurança pública, matéria que vem merecendo o devido tratamento”, diz o documento. Garante ainda que esta instituição, através da Polícia Nacional e do SIC, continuará a dar resposta firme a todos aqueles que procurem fazer do cometimento do crime o estilo de vida, apelando à população a calma e a colaboração na denúncia dos factos criminais, com destaque para o caso de cidadãos que possuem ilegalmente armas de fogo.

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