Sonangalp negar ser dona do camião ardido

A Sonangalp diz já não ser a proprietária do camião cisterna carregado de combustível que se incendiou, na manhã de Sábado, após capotar na Estrada Nacional Nº 105, na província da Huíla. Este incidente resultou na morte do cidadão Alberto Canequela, 34 anos, que seguia a bordo da viatura com a chapa de matrícula LDN-96-19.

“Embora a viatura tivesse inscrita no tanque a marca Sonangalp, a mesma já não é propriedade desta, mas da empresa Empreendimentos GA, sedeada na cidade do Lubango, que a adquiriu há mais de cinco anos, através de um concurso público aberto às empresas de transporte de combustível”, lê-se no comunicado enviado a OPAÍS.

Quanto às causas do capotamento da mesma e da morte do seu único ocupante, diz desconhecer, pelo que, aguarda pelo relatório da comissão encarregada de investigá-las. Por outro lado, diz lamentar a morte do motorista que saía da cidade com destino ao posto de abastecimento do município de Quilengues.

No que concerne a medidas a serem adoptadas no transporte de combustíveis, a Sonangalp sublinha, no comunicado assinado pelo seu director-geral, Carlos Martins, que compartilha o que o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros aconselha.

Referindo, entretanto, que “tem definido e de cumprimento obrigatório para todas as empresas ao seu serviço de transporte dos produtos petrolíferos, normas de procedimentos escritas que estabelecem não só condutas de condução dos motoristas, mas, também, os equipamentos que as viaturas devem levar, entre as quais constam os extintores”.

Carlos Martins sublinha que o cumprimento de tais práticas faz parte dos contratos celebrados com as empresas que operam nesse sector com as quais trabalha.