Delegação do MININT na Huíla cria figura de inspector provincial

O comissário Manuel Carlos Arnaldo garante que com instituição desta função imprimir-se- á uma nova dinâmica no cumprimento das leis, regulamentos e despachos que forem superiormente emanados

POR: João Katombela
na Huíla

A Delegação Provincial do Ministério do Interior (MININT) na Huíla conta desde ontem, 13, com a figura do Inspector Provincial. Este novo cargo na estrutura da corporação na província da Huíla é ocupado pelo superintendente- chefe António Paulo Benje, empossado pelo delegado provincial do Interior, comissário Manuel Carlos Arnaldo. Durante a tomada de posse, António Benje prometeu dar o melhor de si para o êxito das tarefas que lhe são acometidas. “Sendo uma área nova, vamos nos basear naquilo que está estabelecido por lei para as nossas atribuições e dar o nosso melhor para estas e outras tarefas sejam desenvolvidas para o bom funcionamento da corporação”, disse.

Na província da Huíla, a Inspecção Provincial é um organismo novo na Delegação do Ministério do Interior, que tem, entre outras obrigações, a de realização de sindicâncias e a fiscalização das acções de todos os órgãos que compõem este ministério. O seu responsável revelou ainda que o trabalho de fiscalização das acções de todos os órgãos do Interior nessa parcela do território nacional visa combater todas as práticas que mancham o bom nome da instituição que vela pela segurança e tranquilidade públicas. Na ocasião, o comandante e delegado provincial do MININT, comissário Manuel Carlos Arnaldo, explicou que a nomeação de um inspector provincial reveste-se de um carácter importante.

Garantiu ainda que com a nomeação desta figura imprimir-se- á uma nova dinâmica no cumprimento das leis, regulamentos e despachos que forem superiormente emanados. “Podemos dar maior destaque para a fiscalização do funcionamento daqueles serviços que nós prestamos à população, como patrulhamento, emissão de cartas de condução e emissão de passaporte, são objectos da acção dos órgãos da inspecção”, disse. Manuel Carlos Arnaldo informou que este novo organismo vai permitir uma ligação mais estreita entre as forças da ordem e os cidadãos, no sentido de se trabalhar para o combate à criminalidade.