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Editorial: O caneco e a festa

Sim, a ideia é, alguém, lá mais para meados de Julho, erguer o caneco, festejar e partilhar toda a sua alegria com o mundo inteiro. Porque nesta festa ninguém se pode sentir só, o futebol é demasiado grande, é um dos poucos abraços que unem os homens de todas as nações, de todas as religiões, de todas as classes.

A Copa do Mundo põe agora os quatro cantos do planeta a olhar para a Rússia, o país anfitrião da competição. Lá estarão os astros, alguns multimilionários, mas, sobretudo, tratar-se-á de uma reunião de sonhos, de milhões de sonhos. Um canto de memórias, de paz, um caldeirão saudável de culturas.

Durante um mês, os corações baterão sincronizados e a terra se reunirá em torno de um esférico que não será uma espécie de deus menor, apenas a magia em movimento.

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