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Cerca de 300 unidades de sangue precisam-se anualmente

Apesar de em 2017 terem sido colhidas 138 mil unidades de sangue, o Instituto Nacional de Sangue (INS) precisa anualmente de 260 mil. A instituição continua a apelar à sociedade em geral a serem doadores voluntários fiéis, já que, em 2019, almejam alcançar as 300 mil unidades

POR: Stela Cambamba

O Dia Mundial do Dador de Sangue foi comemorado, ontem, sob o lema “Esteja presente para outra pessoa. Dê sangue. Compartilhe a vida”, precisamente com o objectivo, segundo o INS, de chamar a atenção sobre os papéis que os sistemas de doação voluntária desempenham e encorajar as pessoas a cuidarem umas das outras.

De acordo com Deodete Machado, directora-geral do Instituto Nacional de Sangue, os doadores voluntários são heróis, pois tudo fazem para salvar vidas. Todas as pessoas saudáveis devem solidarizar- se com as pessoas doentes doando um pouco do seu sangue regularmente. Revelou que o INS precisa anualmente de 260 mil unidades de sangue, e necessitam do apoio da sociedade para alcançar esta meta. Como desafio para 2019, a instituição que dirige almeja atingir 300 mil unidades. Entretanto, sobre a meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde, que dita que os dadores voluntários devem corresponder 1% da população de um determinado país, Angola ainda está muito longe de a atingir, assim como garantir a segurança para os doadores.

Está-se a dinamizar a rede de serviços do INS e seus componentes, sensibilizar os cidadãos para a doação voluntária, promover junto da comunicação social campanhas permanentes para a doação voluntária e regular, garantir prioridade de atendimento médico aos doadores regulares, assim como os seus filhos e cônjuge, de formas a atingir-se tal meta. Na ocasião, Pedro Alberto Panda, secretário para mobilização e organização da brigada Jovem Solidário da província de Luanda, contou que se tornou doador voluntário quando compreendeu a palavra “Amor”, desde então passou a doar sem receber nada em troca.

Anualmente doa três vezes. Aconselha a todos os cidadãos a doar um pouco do seu sangue, tendo em conta que é um acto solidário e demonstração do verdadeiro amor. Sempre que faz a doação acredita que está a salvar vidas, apela aos outros jovens que sejam doadores fiéis, de modo a que nas hemoterapias não falte sangue e os doentes não esperam pelo sangue, mas sim o contrário. Os cidadãos do grupo (O negativo), que é raro fazerem doações, são aconselhados a fazerem.

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