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Editorial: O ponto de partida

Dir-se-á que há muitos pontos de partida, muito por onde se começar para alterar o estado de coisas no nosso país, é verdade, mas é preciso sermos humanos primeiro. É preciso recuperar a nossa humanidade na forma como lidamos com o outro, sobretudo com quem está vulnerável. Sim, olhemos para os hospitais, para a forma como angolanos tratam outros angolanos carentes de saúde, de atenção. É inadmissível a forma como se avoluma o rol de queixas e queixumes de quem recorre aos cuidados hospitalares, é insuportável o estado de coisas na saúde. Quando alterarmos esta realidade, de corrupção, cabritismo, negligência generalizada, irresponsabilidade e insensibilidade, então aí estaremos a mudar o país, para melhor.

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