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Grupo parlamentar da UNITA quer mulheres a concorrerem para as autarquias

A bancada parlamentar da UNITA incentiva a sua organização feminina, a LIMA, a difundir a mensagem sobre a importância e vantagens das autarquias, a necessidade de torná-las abrangentes, bem como sensibilizar as mulheres a candidatarem-se aos cargos de autarcas.

O apelo consta numa mensagem de felicitações dirigida ao colectivo da organização de mulheres da UNITA, por ocasião do seu 46º aniversário. “Com o advento das autarquias, a LIMA tem mais um enorme desafio para o qual é chamada a dar o melhor de si para a concretizar os objectivos de cidadania, levando a mensagem da UNITA sobre a importância e vantagens das autarquias, a necessidade de torná-las abrangentes, assim como a sensibilização das mulheres para candidatarem- se a autarcas”, lê-se no documento enviado ontem a OPAÍS.

Na nota, o grupo parlamentar encoraja a LIMA a prosseguir na luta pela conquista de espaços e objectivos em prol do desenvolvimento das famílias e, consequentemente, das comunidades, em nome da UNITA. “Ao comemorar este ano e mês o seu 46º aniversário de fundação, o grupo parlamentar da UNITA rende homenagem a todas as heroínas, falecidas e vivas, conhecidas e anónimas da LIMA, algumas delas deputadas como Isabel Chipepi, Augusta Maliti Velentim, Elizabeth Chipoia, Regina Chipoia e outras, e manifesta a sua solidariedade para com a luta das mulheres angolanas em geral e da LIMA”, pode-se ler no documento. A bancada parlamentar da UNITA enaltece o papel das mulheres nas lutas pela Independência Nacional e pela resistência popular generalizada ao “expansionismo russo-cubano”, que lutaram, lado a lado, ombro a ombro com os homens, granjeando o reconhecimento do seu mérito, admiração e respeito como parceiros iguais.

No documento, o grupo parlamentar lembra que em períodos eleitorais a participação da mulher é decisiva no universo de votantes por serem a maioria. Por este motivo considera importante a sua consciencialização sobre a importância do voto e despertar nas mulheres que o futuro do país, as políticas públicas e consequentemente o desenvolvimento sociopolítico e económico depende em grande parte do seu engajamento. A LIMA foi crida a 18 de Junho de 1972, pelo presidente fundador da UNITA, Jonas Malheiro Savimbi, pela necessidade de valorizar e respeitar as mulheres que participaram e fizeram parte das diferentes fases e etapas da vida de Angola.

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