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ONU está ‘oprimida’ na República Centro-Africana

Começa hoje o encontro entre as associações juvenis e as autoridades provinciais. A província do Leste torna-se pioneira na abertura à sociedade civil

Além disso, a equipa da Minusca “militar, policial e civil constituem alvo para os grupos armados e organizações criminosas, tanto na capital como no interior do país”, acrescentou o enviado Parfait OnangaAnyanga.

Imerso por muito tempo numa guerra civil e um dos países mais pobres do mundo, na República Centro-Africana o Estado controla apenas uma parte do território, enquanto grupos armados se enfrentam nas províncias pelo controlo de recursos naturais, especialmente diamantes, ouro e gado.

Com a piora da situação, o Conselho de Segurança havia aprovado no final de 2017 a incorporação de 900 homens adicionais à Minusca, mas o reforço não se deu na sua totalidade.

A missão está autorizada a ter até 12.000 efectivos militares e policiais nas suas fileiras, mas a verdade é que o número é muito menor, já que a ONU tem dificuldades para conseguir contingentes para o país.

A União Africana conduz uma tentativa de mediação em curso. Os facilitadores reuniram-se nos últimos meses com mais de uma dezena de grupos armados que disseminam a violência no interior do país.

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