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Editorial: Cheiro a café

O café está na ordem do dia. Com o pronunciamento do director do Instituto Nacional do Café, João Ferreira da Silva, augurando que, com os actuais preços desta mercadoria nos mercados internacionais, está aberta mais uma janela para a tão esperada diversificação económica do país, o que é o mesmo que dizer diversificação das fontes de divisas. E de rendimentos para as famílias também. Aliás, as milhares de famílias que se dedicam ao cultivo do café em Angola podem e devem ser multiplicadas, para fixar mais gente nas áreas rurais e também para que o país recupere a sua posição de antanho, como um dos maiores produtores mundiais de café. Haja para tal, a devida assistência técnica, já que a remuneração advirá da produção. E é preciso fazer lembrar aos potenciais investidores e ao empresariado nacional que o café já sustentou este país. Dá, trabalho, mas recompensa.

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