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Editorial: Momento de escolhas

Muito rapidamente o continente tem de reagir, não com o aumento da repressão ou das perseguições, mas numa expansão da democracia e das suas consequências positivas, a fim de toda a gente aprender a buscar soluções pacíficas para os diferendos, sejam eles de que tipo forem. Porque os acontecimentos do Zimbábue e da Etiópia, no Sábado, não podem representar o início de coisa alguma, o continente não pode voltar aos golpes e aos assassinatos de políticos. Antes, em S. Tomé e Príncipe, também se levantou o fantasma de uma tentativa de golpe de Estado e assassinato do primeiro-ministro. Está mais do que provado que este não é o caminho certo, a África deve parte do seu atraso justamente a esta postura política, à violência, à imposição de ideias e de pessoas pela força. Esta é a hora de trilhar um caminho diferente, e isto só é possível com a expansão da democracia, para que seja ela própria um alerta aos violentos, que de antemão saberão que não serão aceites.

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