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Mundial 2018: África morre na esquina do Mundial

A presença africana no Mundial da rússia esteve muito aquém dos anos anteriores

A prestação das selecções africanas no Mundial de futebol, que decorre na Rússia desde o dia 14 do corrente mês, foi para esquecer. Os cinco representantes morreram na esquina, ou seja, não carimbaram o passe para os oitavos-de-final da maior festa do desporto-rei.

À medida que corriam as jornadas, a desgraça dos embaixadores da Confederação Africana de Futebol (CAF), filiado da FIFA, agudiza-se. O Marrocos, Egipto, Senegal, Tunísia e a Nigéria, segundo a imprensa desportiva internacional, tiveram pouca atitude.

Depois da derrota dos egípicios, senegaleses e nigerianos, na primeira e na segunda jornada, o Senegal alimentou as esperanças. Bateu, sem rodeios, a Polónia por duas bolas a uma, mas empatou com o Japão e perdeu ontem com a Colómbia, logo, foi afastado.

A Nigéria venceu , na segunda ronda, a Islândia por 2-0, pelo que caiu aos pés da Argentina, num jogo polémico, por 2-1, no dia 26. A presença africana em solo russo permitirá a FIFA inferir se aumenta ou não o número de equipas nas próximas provas. Como é evidente, o tempo só se dispõe para o futuro e passa rápido, a presença africana no Mundial do Qatar, em 2022, deve ser repensada.

Lesão de Salah foi castigo de Deus Mubarak Al-Bathali, clérigo muçulmano do Kuwait, acredita que a lesão sofrida por Salah na final da Liga dos Campeões se deveu ao facto de o avançado ter “antecipado o fi nal do jejum” do ramadão.

Nas redes sociais, Mubarak Al- Bathali também elogiou Salah, por ser “um embaixador do Islão” no ocidente, apesar de ter acrescentado que espera que esta “punição divina” tenha “servido de exemplo” para o futuro.

Salah foi forçado a abandonar o jogo com o real Madrid aos 30 minutos, depois de uma disputa de bola com Sérgio ramos. Inicialmente, o avançado afirmou que iria levar o jejum imposto pelo ramadão até ao final, mas, depois mudou e retirou-se.

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