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XII edição do Jardim do Livro Infantil no Bengo supera expectativas

O director do Gabinete Provincial do Turismo, Cultura, Juventude e Desportos da província do Bengo, Alexandre Costa, considerou satisfatória a recém-realizada XII Edição do Jardim do Livro Infantil, que decorreu de 27 a 29 deste mês, em Caxito, sob o signo “Criança Que Lê – Adulto Fortalecido”.

POR: Augusto Nunes, enviado a Caxito
fotos de Lito Cahongolo

O dirigente, que procedia a um breve balanço à reportagem de OPAÍS, referiu que a actividade foi uma oportunidade soberana e uma mais valia para os pais e encarregados de educação poderem in loco observar alguns livros de interesse infantil com o propósito de oferecer aos seus educandos, uma vez que a província não dispõe de uma Biblioteca Infantil em funcionamento.

Salientou que a participação dos outros actores que fazem parte da Comissão Nacional Preparatória, nomeadamente as instituições locais da educação, Acção Social, INAC e Governo provincial empenharam-se bastante para o êxito desta actividade de extrema importância, uma vez que é pela primeira vez que ocorre ao nível da referida província. “Por tudo o que nós fizemos e aquilo que puderam observar, consideramos uma actividade bastante satisfatória e o balanço é positivo, uma vez que para o êxito desta actividade concorreram vários elementos”, disse Alexandre Costa. Satisfação

O director realçou igualmente, que esta é uma iniciativa bastante louvável, uma vez que não só permite que as crianças tenham o gosto pela leitura, mas também possibilita que os pais ou encarregados de educação possam vir a este espaço e adquirir livros bastante interessantes e bons para oferecer aos filhos e ouvi-los, visto que só dessa forma podemos cultivar neles o gosto pelo livro e pela leitura.

O nosso lema é “Criança Que Lê –Adulto Fortalecido” e isto permite que tenhamos hoje crianças fortes, mas amanhã, crianças fortalecidas com conhecimentos, capacidades e competências para participar no desenvolvimento do país a que nos propusemos”, disse. O responsável adiantou, que além das crianças como o alvo directo da acção, os pais ou encarregados também o são por serem tutores destas crianças. Referiu que no passado, o livro era considerado um “Mestre Mudo” e hoje já não o é, por ser um actor social bastante interessante na educação e na formação das gerações novas, visto que por ele passamos e hoje somos adultos, governantes, dirigentes cidadãos, graças a esta ferramenta.

“Não vejo hoje o livro como “Mestre Mudo”, repetiu, mas sim como um actor social bastante importante que permite mesmo na ausência do educando e ou do professor, que a criança tenha capacidades de leitura e de interpretação podendo formar-se, isto é bastante valioso”. O Jardim do Livro Infantil é uma actividade de periodicidade anual que congrega um conjunto de actividades de carácter cultural e educativo dirigido às crianças, pais e educadores, tendo como elementos centrais o livro e a leitura.

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