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Análise Diária: Superavit da conta de bens referente ao mês de Abril situou-se em USD 2.169,84 milhões

O resultado da conta de bens representa uma redução de 18% face ao mês anterior

ESPAÇO ANGOLA

• A segunda fase do novo Quadro Operacional do Mercado Cambial poderá contar com outros operadores, do lado da oferta, como o Tesouro Nacional, operadoras petrolíferas e exportadores não petrolíferas.

• O superavit da conta de bens referente ao mês de Abril situouse em 2.169,84 milhões USD, uma redução de 18% face ao saldo apurado no mês anterior.

ESPAÇO INTERNACIONAL

• Zona Euro: O índice PMI Composto da Markit referente ao mês de Junho, situou-se em 54,9 pontos, que representa um aumento de 1,5% face ao registo anterior.

• Alemanha: As encomendas de fábricas aumentaram 2,6% durante o mês de Maio, o que corresponde a um incremento de 4,2 p.p. em relação ao mês de Abril.

VISÃO ATLÂNTICO

• O superavit da conta de bens referente ao mês de Abril situou-se em 2.169,84 milhões USD, uma redução de 18% face ao saldo apurado no mês anterior. A justificar a variação do superavit está a redução das exportações de diamantes, gás associado e outros bens em 46,9%, 59,0% e 20%, respectivamente.

Por outro lado, as importações registaram aumentos nas rúbricas de combustível, alimentos e outros em 70,4%, 19,9% e 30,0%, respectivamente. Importa ressaltar que a conta bens é a única que apresentou saldo superavitário entre as subcontas da conta corrente em 2017, com um saldo de 20.392,45 milhões USD.

A sua variação é fundamental na obtenção e gestão de divisas, na condução da política cambial e monetária e na estabilização dos níveis de preços na economia.

• As encomendas de fábricas aumentaram 2,6% durante o mês de Maio, o que corresponde a um incremento de 4,2 p.p. em relação ao mês de Abril.

O aumento das encomendas poderá reflectir, por um lado, o incremento de pedidos de bens de capital e de consumo em 4,7% e 4,9%, respectivamente, e por outro, as expectativas sobre evolução das relações comerciais entre os Estados Unidos da América (EUA) e a União Europeia, actualmente tensas.

A Alemanha é a principal economia do bloco, um factor que poderá contribuir para atracção da procura para as fábricas instaladas em seu território, em detrimento das fábricas norte-americanas, caso as relações comerciais entre os mesmos se deteriorem.

Durante o período em análise, as encomedas de bens registadas dentro do bloco cresceram 6,7%, enquanto os pedidos fora do bloco reduziram em 1,3%. Destaca-se que o registo apurado representa o máximo desde Dezembro de 2017.

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