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Hemoterapia do Cunene sem testes laboratoriais

O Centro de Hemoterapia do Hospital Geral de Ondjiva, província do Cunene, debate-se actualmente com problemas de falta de sangue e de testes laboratoriais para a realização de doação sanguínea destinada aos pacientes internados na maior unidade sanitária da região.

Face a esta realidade, os familiares dos pacientes são obrigados a recorrer a doadores que cobram entre 15 a 20 mil kwanzas por uma bolsa de sangue, bem como à aquisição de testes para análises laboratoriais dos doadores em farmácias privadas, sobretudo os relacionados aos exames da Sífilis e as Hepatite B e C a dois mil kwanzas por teste, segundo no o Angop.

O administrador do Hospital Geral de Ondjiva, Ildefonso Lucas, fez saber que, à par da hemoterapia, a instituição enfrenta desde o ano passado dificuldades de vária ordem, desde falta de materiais gastáveis, reagentes para testes laboratoriais e medicamentos.

Neste momento, a secção de Hemoterapia, a única em funcionamento na província, regista uma incapacidade acentuada para atender à demanda de pacientes oriundos de outras unidades dos seis municípios do Cunene.

Apontou ainda a inexistência de testes de HCV e Sífilis, bem como a insuficiência de bolsas para a recolha de sangue, testes de VIH, HBs, TRM e Dengue, reagentes de despistagem das doenças transmissíveis e material gastável como sistemas de canalização, seringas e luvas.

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