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Desenvolvimento e prosperidade ditam transição no MPLA – Paulo Kassoma

O secretário geral do MPLA, António Paulo Kassoma, considerou neste fim de semana, em Ondjiva, província do Cunene, que a transição na liderança do MPLA tem como finalidade o desenvolvimento e a prosperidade de Angola, nos mais variados domínios

O dirigente político fez este pronunciamento ao intervir num acto político de apoio a realização do VI congresso extraordinário do partido, agendado para 8 de Setembro próximo, na capital do país. Paulo Kassoma enfatizou que ao primeiro Presidente, António Agostinho Neto, coube a missão de garantir a Independência nacional, ao segundo Presidente, José Eduardo dos Santos, o alcance da paz, reconstrução, da unidade e reconciliação Nacional, enquanto João Lourenço tem por missão o desenvolvimento e a prosperidade de Angola.

O secretário-geral fez uma panorâmica da história e percurso do partido desde a sua fundação, a 10 de Dezembro de 1956, destacando o papel do MPLA na preservação da soberania nacional e garantia dos direitos fundamentais dos cidadãos. Enalteceu os feitos do presidente do partido, José Eduardo dos Santos, “pela liderança exemplar na construção de um partido forte, coeso e promotor das principais transformações políticas, económicas, sociais e culturais ocorridas em Angola”.

O congresso decorrerá sob o lema “Com a força do passado e do presente, construamos um futuro melhor” e terá a participação de 2 mil e 591 delegados. O mesmo servirá para a eleição do presidente do MPLA, em substituição de José Eduardo dos Santos, que deixará a vida política activa.

O Comité Central aprovou, recentemente, a candidatura do vice-presidente do partido, João Lourenço, para a liderança da formação política. No Moxico, centenas de militantes do MPLA participaram no acto político de massas em apoio a convocação do Congresso Ex-traordinário.

O evento foi orientado pelo primeiro secretário provincial do MPLA no Moxico, Gonçalves Muandumba, para quem o conclave vai reforçar a unidade e coesão no seio do partido e o papel de liderança deste na sociedade angolana. Esclareceu que o partido precisa de trilhar com o povo para reforçar a unidade nacional, consolidar a paz e a democracia, enquanto pilares que garantem a coesão, estabilidade política, económica e social do país.

Sobre a candidatura do vice-presidente do partido, João Lourenço, à presidente do MPLA, aprovada recentemente pelo Comité Central, o primeiro secretário provincial disse que, para além de natural, surge da necessidade de congregar esforços e de reforçar a estratégia de desenvolvimento do país.

“O facto de o MPLA ter sido o partido mais votado nas últimas eleições gerais e, por conseguinte, governar o país, exige do partido um entrosamento perfeito porque, afinal, o seu objectivo e o do Governo é servir o povo”, sublinhou.-

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